Exercícios de animação - Flipbook

   Agora que já estudamos um pouco sobre a história do cinema no Brasil e no Mundo, conversamos a respeito da linguagem audiovisual e sobre crítica de cinema, vamos colocar a mão na massa novamente. Dessa vez utilizaremos o flipbook para ampliarmos um pouco nossos conhecimentos sobre técnicas de animação.

Mas o que é um flip book?


"Um folioscópio ou flip book é uma coleção de imagens organizadas seqüencialmente, em geral no formato de um livreto para ser folheado dando impressão de movimento, criando uma seqüência animada sem a ajuda de uma máquina.
Muito popular nos final do século XIX e início do século XX, mas ainda fabricados hoje, o flip book é o termo em inglês, também conhecido por seu nome francês, folioscope (por vezes também chamado kineograph, feuilletoscope ou "cinema-de-bolso")." Fonte: Wikipédia







 

    Nós não faremos o desenho no papel, utilizaremos um recurso da internet para nossos exercícios de animação.

    Acessem o link e caprichem nas produções.

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Crítica de cinema

 No encontro de hoje vamos falar um pouquinho sobre linguagem audiovisual e critica de cinema.

"A produção do texto crítico é encontrada em resenhas de filmes, livros, peças e obras de arte de um modo geral. Trata-se de um texto que comenta determinada obra, oferecendo informações para o público. O crítico tem como função estudar e demonstrar um conhecimento aprofundado a respeito do objeto a ser criticado. O crítico de cinema, por exemplo, deve estar por dentro não só dos últimos lançamentos, mas também dos filmes antigos já comentados pela crítica da sétima arte.  Esse gênero textual é caracterizado por ser um gênero argumentativo que tem a função de orientar o público sobre o consumo de determinada obra." (Em Metrópole Digital)

   Vamos a um exemplo...

O Sete Trouxas


"O Sete Trouxas", curta-metragem dirigido por Marcio Schoenardie, acompanha Jair (interpretado por Eduardo Sandagorda quando criança e por Luiz Paulo Vasconcelos quando adulto), enquanto ele conta para sua neta (Nataniele Pacheco) um caso que viveu quando era criança. A história envolve o personagem Sete Trouxas, que fez um acordo com o diabo e passou a sequestrar crianças durante a noite. Jair explica como ele e seu amigo Butiá (Caio Pereira) ludibriaram o Sete Trouxas e o transformaram no famoso Velho do Saco.

O diretor usa muito bem a linguagem cinematográfica para dar vida à história e à imaginação infantil. Isso acontece nas tomadas que mostram a passagem de tempo sem cortes e no uso de diferentes técnicas de animação para mostrar algumas passagem do conto. A imagem, como em qualquer bom filme, é usada para complementar a narração de Jair, que não se limita a apenas descrever as cenas.

Com uma trilha sonora que desperta o clima certo em cada sequência e efeitos especiais eficientes, "O Sete Trouxas" é um bom exercício de narração e uso da linguagem audiovisual. Mostra que o cinema é uma arte capaz de dar assas à imaginação de crianças e adultos dispostos a sonhar.
 Felipe Barja Müller




Assista ao filme, leia o roteiro, comente 6, publique, Ficção, de Marcio Schoenardie, Duração: 14 min, Plays 6.002
Gênero: Ficção
Subgênero: Infantil
Diretor: Marcio Schoenardie
Elenco: Caio Pereira, Eduardo Sandagorda, Luiz Paulo Vasconcellos, Natanielhe Pacheco
Duração: 14 min     Ano: 2007     Formato: Mini-DV
País: Brasil     Local de Produção: RS
Fonte: Porta Curtas


  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS

Os Estúdios Vera Cruz

Pesquisas sobre a história do cinema finalizadas, partiremos agora para o estudo do que foi o maior estúdio cinematográfico brasileiro:  Os Estúdios Vera Cruz.

Os vídeos abaixo são trechos de uma entrevista com Eliane Lage, atriz de vários filmes da Companhia Vera Cruz.










Para quem quiser saber um pouco mais sobre o assunto vale conferir a dica de site de um dos alunos do ano passado clicando AQUI

  • Digg
  • Del.icio.us
  • StumbleUpon
  • Reddit
  • RSS